Os estudantes de economia querem continuar a reforma e construir uma melhor proposta de Projeto Pedagógico de Curso!

O Centro Acadêmico Livre de Economia, juntamente à representação discente da Câmara de Graduação, vem informar, como já feito em passagens em sala durante esta semana, que o processo da Reforma Curricular será votado na próxima quarta-feira (10/10/2018) na Sala de Sessões do Prédio I da Reitoria. Disponibilizamos agora, em meio digital, os seguintes documentos:

Esclarecemos que todos estes documentos estão disponíveis para consulta física aberta no auditório do CSE até esta sexta-feira (05/10/2018) e estarão disponíveis no entre blocos na segunda e terça-feira da semana que vem.

Os estudantes que concordarem com o parecer podem e devem abaixo assiná-lo para que a representação discente possa demonstrar que está respaldada legitimamente no corpo discente.

A respeito da Carta à comunidade acadêmica enviada há pouco pelo Ecolab 304 e 318, destacamos os seguintes pontos em resposta:

1. Nossas considerações a respeito da participação de docentes e discentes consta em nosso parecer no ponto 2.1 a) b) e c)

i) A participação discente foi limitada e passiva, os fóruns não resultaram em qualquer documento e não consta no processo nenhuma contribuição gerada ou demanda atendida, ao contrário, todas as demandas estudantis constantes no processo foram rejeitadas.

ii) A representação estudantil participou das reuniões ordinárias no NDE a título de "convidado" sem poder de voto ou participação ativa na construção do Projeto Pedagógico.

iii) Não é possível determinar se a proposta final reflete o resultado ou anseio dos estudantes porque em nenhum momento são referidas ou utilizadas tais pesquisas. O que se percebe é, ao contrário, uma ampla oposição à proposta expressa na própria eleição da atual Gestão do CALE, tendo como pauta central essa oposição, e no abaixo-assinado apresentado no colegiado de curso com cerca de 200 assinaturas.

iv) Em auditoria própria, comparando a proposta com outros currículos constata-se divergência e não alinhamento com outras IFES e universidades públicas de referência. Entre as divergências está o descompasso entre aprendizagem de macro e microeconomia, retirada de disciplinas como Economia Internacional, Economia do Setor Público e Economia Monetária, que são recomendadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. E, por fim, o deslocamento da disciplina de História Econômica Geral para a quarta fase.

2. O êxito encontrado nas instâncias normativas da universidade se deu sob Regime de Urgência, sem o devido debate e averiguação das críticas realizadas. Ainda assim, a votação no Conselho de Unidade foi relativamente apertada, com 14 votos a favor e 9 contra, sendo que o resultado poderia ter sido diferente caso a representação discente pudesse ter dado seu parecer, como agora tem a oportunidade de fazer, já que não foi possível pedir regime de urgência na Câmara de Graduação.

3. Como consta em nosso parecer nas seções 2.2 a) b) c), consideramos que a formação pluralista e crítica foi afetada pelas alterações realizadas na grade curricular, que contradizem os próprios princípios defendidos pela Proposta de Projeto Pedagógico e exigidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. Assim como o Ciclo de Especialização está enviesado e o Ciclo de Formação incompleto, o que não fornece a adaptabilidade e solidez necessárias à profissão.

Em vistas disso, convidamos todos a participar das discussões que ocorrem na XIII SAECO cujo tema está diretamente relacionado à reforma curricular. Sugerimos fortemente a leitura completa do parecer e esperamos contar com sua assinatura e apoio no dia da votação!

BartahTown

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O Centro Acadêmico Livre de Economia (CALE) é a entidade máxima de representação específica aos estudantes de Economia da UFSC. Sua função essencial é defender os interesses estudantis.

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